Ambiental
Fertirrigação e Nutrição Orgânica

Pioneira na região implantada, a técnica de fertirrigação e adoção de nutrição orgânica de uvas promovem um melhor aproveitamento de nutrientes para a planta.

“Para oferecer alimentos seguros e com qualidade, a Labrunier constantemente aprimora suas práticas e acompanha todos os agentes envolvidos na produção. A empresa também fiscaliza todas as etapas da produção, se certificando sobre a utilização de fertilizantes e defensivos agrícolas.

A técnica de fertirrigação e adoção de nutrição orgânica (biofertilizantes e compostos orgânicos) promovem um melhor aproveitamento, como também a disponibilização de nutrientes para as plantas. Para essa utilização, demandou investimentos e adaptações aos equipamentos de fertirrigação, que assegurou um sistema ambientalmente mais sustentável, com uma significativa economia de recursos. Pioneiro na região implantada, o sistema é inédito no tamanho do projeto.

Os produtos usados no nosso processo de produção são analisados em laboratórios especializados, para que não de haja nenhum tipo de contaminação. Além disso, a empresa garante total rastreabilidade dos produtos e também a comercialização de uvas abaixo dos limites de resíduos aceitos pelos países exportadores.”

Controle de Consumo de Energia

O Grupo JD acompanha o consumo de água (m³) e energia elétrica (kWh/mês) nas unidades de produção de uvas da Labrunier.

Modernas técnicas são utilizadas para alcançar metas futuras de maior redução. Como por exemplo, a tensiometria, que mede a tensão ('força') com que a água é retida pelo solo; irrigação por gotejamento; irrigação por pulso; teste com cobertura plástica; tecnologia de pulverização eletrostática; e manutenção do solo vegetado – todas estas técnicas com o objetivo de otimizar o uso dos recursos naturais. Atualmente, a empresa utiliza também o mulching, cobertura plástica que inibe a germinação de ervas daninhas, evita lixiviação, mantém a umidade e a aeração do solo.

Reciclagem

Reciclagem. Uma prática na raiz das fazendas do Grupo JD.

Na Labrunier, a reciclagem do óleo é feita pela empresa Lwart, e a destinação de embalagens de agrotóxicos pela empresa Acavasf. Outros itens como papel, papelão, plástico e ferro são reciclados pela empresa João Barbosa da Silva (JB Reciclagem).

Já na São Marcelo, a reciclagem é feita em conjunto com a Cooperativa de Reciclagem de Tangará da Serra (Coopertan). Além disso, a São Marcelo apoia a empresa Allata Reciclagem, coletora de óleo na região de Tangará da Serra (MT), e adota a utilização de bicicletas como meio de transporte.

A unidade da Bravis conta com a reciclagem feita em parceria com a Cooperativa de Reciclagem de Itapetininga (Cooperita).

Biodiversidade

Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)

A preservação ambiental é praticada nas Fazendas São Marcelo desde sua aquisição, na década de 80, quando foi implantado um projeto para reflorestar e deixar brotar a floresta nas margens de rios e lugares mais íngremes. Em 2003, a parceria com os governos estadual e federal resultou na primeira Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Estado de Mato Grosso, quando a São Marcelo doou uma área de 1.200 hectares, em Tangará da Serra, no Vale do Sepotuba, e, em 2006, 1.900 hectares, no município de Juruena. Essas reservas florestais estão à disposição dos professores e estudantes das escolas primárias e das universidades da região. A RPPN da São Marcelo desempenha função importante na proteção do rio e para não poluir o Pantanal. A área é patrimônio da humanidade e jamais poderá ser derrubada, constituindo-se um legado para as futuras gerações.

Na RPPN da Fazenda São Marcelo em Tangará da Serra, a São Marcelo possui um contrato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), responsável por capturar e “repatriar” os animais que devem ser devolvidos ao meio ambiente. É o Projeto Área de Soltura de Aves Silvestres (ASAS) do IBAMA, que cadastra áreas com bons remanescentes florestais do país, em condições de receber os animais silvestres em posse do órgão ambiental.

Há também uma parceria com o Núcleo de Biologia da Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat). O projeto inclui o mapeamento da atual biodiversidade das espécies vegetais e animais existentes na região onde fica a RPPN. Relatórios semestrais e publicações originadas dos trabalhos desenvolvidos permitem o acompanhamento do projeto pelos interessados.